CAPACIDADE E DISPONIBILIDADE Avalie o FreeT em transportadores overland, corredores de alta capacidade,
plantas, pátios, túneis e projetos de expansão.
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ADAPTE A CAPACIDADE Rotas de pátio, galerias, sistemas de carregamento e corredores logísticos
podem ser avaliados para maior flexibilidade, disponibilidade e expansão.
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TRAÇÃO DISTRIBUÍDA Siderúrgia, cimento, fertilizantes, papel e celulose, agroindústria e outros setores
podem avaliar o FreeT em projetos novos ou transportadores existentes.
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TECNOLOGIA EXCLUSIVAMENTE BRASILEIRA

VALIDAÇÃO TÉCNICA POR KPIs APROVADA

TESTE DE CONFIABILIDADE APROVADO

ZERO DESALINHAMENTO OBSERVADO NOS TESTES

NOVOS PROJETOS E REPOTENCIAMENTO

MINERAÇÃO

Alta capacidade, longas distâncias, desníveis e transportadores críticos.

Portos e terminais

Janelas operacionais, capacidade de pico, rotas de pátio e carregamento.

Agro e Grãos

Sazonalidade, alta vazão, disponibilidade e corredores de exportação.

Indústrias de granéis

Siderúrgia, cimento, fertilizantes, papel e celulose, energia e outros setores.

Mineração

Projetado para os desafios

A mineração combina alta capacidade, longas distâncias, grandes desníveis, disponibilidade crítica e elevado custo de parada.

 

O FreeT pode ser avaliado em projetos novos, expansões e transportadores existentes.

Overland e longas distâncias

Rotas extensas em que tensão, potência e criticidade mecânica influenciam o sistema completo.

Alta capacidade

Corredores em que a expansão exige reavaliar correia, acionamento, esticamento e infraestrutura.

Transportadores ascendentes e regenerativos

Aplicações em que potência, frenagem, controle e disponibilidade precisam ser considerados em conjunto.

Túneis e galerias

Locais com restrição de espaço para ampliar estações motrizes convencionais.

Plantas e pátios

Interligações críticas entre britagem, processamento, estoques e carregamento.

Brownfield

Sistemas limitados por tensão, capacidade, espaço, esticamento, manutenção ou disponibilidade.

Objetivos frequentes:

Portos e terminais

Capacidade ajustável para operações orientadas por janelas.

Portos e terminais trabalham com picos de movimentação, janelas de navios, múltiplas rotas e alto impacto financeiro por indisponibilidade.

 

A arquitetura modular pode ser avaliada para adequar capacidade, contingência e expansão às necessidades de cada corredor.

Rotas de pátio

Interligações entre pilhas, casas de transferência e equipamentos de pátio.

Carregamento de navios

Corredores críticos que precisam atender janelas operacionais e elevadas taxas de embarque.

Terminais de importação e exportação

Rotas de granéis minerais, vegetais, fertilizantes e outros materiais.

Plataformas e galerias congestionadas

Áreas com limitação para ampliar motores, redutores, tambores e estruturas convencionais.

Capacidade de pico

Módulos adicionais ou de reserva podem ser considerados para períodos específicos de maior demanda.

Benefícios a avaliar:

Agro e grãos

Alta vazão para operações sazonais e janelas logísticas.

Terminais, armazéns e corredores de exportação precisam combinar elevada vazão, disponibilidade e resposta rápida aos períodos de safra.

Terminais de grãos

Rotas de recepção, armazenagem, expedição e exportação.

Corredores logísticos

Transportadores que conectam silos, armazéns, ferrovias e terminais.

Operação sazonal

Sistemas que precisam aumentar capacidade em períodos específicos do ano.

Fertilizantes

Rotas industriais e portuárias com alta exigência de disponibilidade.

Biomassa e granéis vegetais

Sistemas que exigem transporte contínuo e previsível.

Objetivos frequentes:

Indústrias de granéis

Uma plataforma para diferentes processos industriais.

Siderurgia

Minério, carvão, coque, sínter, pelotas, escória e outros materiais em rotas críticas.

Cimento

Calcário, clínquer, aditivos, combustíveis e produto acabado.

Papel e celulose

Biomassa, cavacos, combustíveis e materiais de processo.

Fertilizantes

Matérias-primas, produtos intermediários e produtos acabados em plantas e terminais.

Energia e termelétricas

Carvão, biomassa e combustíveis sólidos em rotas de alimentação.

Cada setor possui materiais, ambientes e exigências específicos. A aderência da tecnologia deve ser confirmada por estudo de aplicação.

Qual problema sua operação precisa resolver?

Aumento de capacidade

Expandir vazão sem repetir automaticamente o mesmo dimensionamento convencional.

Tensão elevada

Reavaliar correia, tambores, eixos, mancais, estrutura e esticamento.

Restrição de espaço

Avaliar tração distribuída em túneis, plataformas, galerias ou áreas congestionadas.

Baixa disponibilidade

Reduzir a dependência de uma única estação e avaliar contingência por módulos.

Esticamento crítico

Reavaliar contrapesos, torres, guinchos, curso e comportamento dinâmico.

Desalinhamento recorrente

Investigar o componente de desalinhamento associado à aplicação concentrada da força.

Expansão futura

Preparar posições, alimentação e módulos adicionais para crescimento posterior.

Capacidade variável

Operar com capacidade nominal, capacidade de pico ou módulos de reserva conforme a demanda.

Projeto Novo

Avalie o FreeT antes que a arquitetura convencional seja congelada.

A avaliação antecipada permite comparar tensão, correia, estrutura, civil, elétrica, implantação e expansão futura desde as primeiras etapas da engenharia.

Instalação existente

Repotencie preservando o máximo da infraestrutura existente.

O estudo identifica o que pode ser mantido, adaptado, redimensionado ou substituído para ampliar capacidade ou eliminar gargalos.

Desempenho e confiabilidade

Uma aplicação industrial precisa entregar desempenho e continuidade

Antes de ser considerada para aplicações mais amplas, a tecnologia FreeT passou por duas avaliações complementares realizadas pela Vale.

DESEMPENHO TÉCNICO

Campanha de KPIs com operação com carga e sem carga, comportamento elétrico, estabilidade, contato, alinhamento e demais critérios definidos.

CONFIABILIDADE OPERACIONAL

Teste específico para acompanhar a continuidade da operação, o comportamento ao longo do tempo e as ocorrências e intervalos de falha nas condições avaliadas.

O convencional transfere força pelo tambor.
O FreeT gera força ao longo do transportador.

Como avaliamos uma aplicação

Etapa 1 - Definição do objetivo

Novo projeto, aumento de capacidade, repotenciamento, disponibilidade ou redução de criticidade.

Etapa 2 - Dados mínimos

Perfil, capacidade, velocidade, correia, acionamento, esticamento, layout e condições operacionais.

Etapa 3 - Triagem técnica

Avaliação inicial da aderência, dos gargalos e das informações ainda necessárias.

Etapa 4 - Estudo de aplicação

Comparação de alternativas, arquitetura preliminar, impactos potenciais e próximos passos.

Etapa 5 - Engenharia e implantação

Desenvolvimento, parceiros, fabricação, integração, instalação e comissionamento.

Entregável inicial:

Perguntas Frequentes

Não. A mineração é a vertical principal, mas a tecnologia pode ser avaliada em portos, terminais, agro, siderurgia, cimento, fertilizantes, papel e celulose, energia e outras operações de granéis.

Sim. A avaliação durante a engenharia conceitual ou básica permite comparar o FreeT antes da definição da arquitetura.

Sim, mediante estudo de repotenciamento e verificação da instalação atual.

Não. O potencial depende de tensão, capacidade, espaço, criticidade, disponibilidade e objetivos do projeto.

Sim. Aplicações motrizes e regenerativas podem ser estudadas, considerando potência, frenagem, controle e cenários operacionais.

Sim, especialmente quando existe limitação física para ampliar uma estação motriz convencional, desde que as interfaces sejam verificadas.

A arquitetura pode ser preparada para ativação de módulos adicionais ou de reserva, desde que o sistema completo tenha sido dimensionado para essa estratégia.

Não necessariamente. Quantidade, potência, distribuição, proteção, refrigeração e integração dependem da aplicação.

Sim. Além da validação técnica por KPIs, o FreeT passou por uma avaliação específica de confiabilidade, concluída e aprovada com sucesso.

Não. A aprovação demonstra atendimento aos critérios definidos para a avaliação realizada. A confiabilidade final de cada aplicação depende do projeto, das condições operacionais e da manutenção.

O primeiro passo é uma triagem com os dados básicos do sistema e o objetivo operacional.

Mesmo operando com redução de motores lineares, carga descentralizada e exposição a condições severas de umidade, o sistema manteve estabilidade, alinhamento e desempenho dentro dos parâmetros estabelecidos. A aprovação de todos os indicadores-chave de desempenho avaliados durante os testes demonstra que o FreeT atingiu um nível de desenvolvimento compatível com aplicações industriais mais amplas.

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Selecione seu setor, informe o objetivo do projeto e envie os dados disponíveis. A equipe FreeT fará uma triagem inicial da aplicação.

FreeT® é marca registrada. Tecnologia patenteada desenvolvida pela MDE. Os resultados técnicos e econômicos dependem da engenharia, das condições operacionais e do escopo de cada aplicação. © 2026 FreeT Systems. Todos os direitos reservados.

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