Duas formas de gerar tração
O convencional transfere força pelo tambor.
O FreeT gera força ao longo do transportador.
No sistema convencional, motor, redutor, eixo e tambor concentram o acionamento em uma estação, e a força chega à correia por atrito.
No FreeT, motores lineares distribuídos aplicam força por engrenamento magnético em diferentes pontos do perfil.
O convencional transfere força pelo tambor.
O FreeT gera força ao longo do transportador.
Dois primários fixos geram um campo eletromagnético viajante. A força já nasce em linha reta, sem precisar ser convertida a partir do movimento rotativo.
O secundário se move com a correia. Sua construção segmentada permite acompanhar trechos retos, curvas, transições e tambores, mantendo a continuidade funcional diante dos motores.
Estrutura, motores, entreferro, secundário e roletes bipartidos formam um conjunto integrado de engenharia.
1. Fixação da base;
2. Posicionamento dos motores;
3. Alinhamento do conjunto;
4. Montagem dos roletes bipartidos.
Tração distribuída e modularidade
A força é aplicada por zonas
ao longo do transportador
Cada módulo fornece uma parcela da força necessária. Em vez de aumentar continuamente o porte de uma única estação motriz, o sistema cresce pela repetição e distribuição de módulos.
Conjuntos padronizados podem ser repetidos ao longo do perfil.
A quantidade de zonas é definida conforme a necessidade da aplicação.
Cada zona atende uma parcela do percurso e das resistências.
Os módulos podem ser posicionados conforme espaço, estrutura e alimentação disponíveis.
O comprimento do transportador deixa de exigir que toda a força seja transmitida por um único ponto.
COMO UM FREET É DIMENSIONADO
Cada transportador recebe uma arquitetura própria
Não existe quantidade fixa de motores nem espaçamento universal. A engenharia avalia todo o transportador e define onde e como a força deve ser aplicada.
A metodologia considera em conjunto o perfil do transportador, a correia, as condições operacionais, a posição dos módulos, os cenários dinâmicos e a necessidade residual de esticamento.
Comprimento, perfil, capacidade, velocidade, correia, roletes, tambores e condições de operação.
Identificar os trechos em que carga, inclinação e resistências aumentam a tensão.
Avaliar espaço, estrutura, alimentação elétrica, acesso e manutenção.
Testar diferentes quantidades, posições e forças dos módulos.
Avaliar operação cheia e vazia, partida, parada, frenagem e indisponibilidade de módulos.
Resultado entregue ao cliente:
A engenharia FreeT organiza a aplicação da força para construir um perfil de tensão mais favorável.
O resultado no perfil de tensão
A diferença aparece ao longo de todo o transportador
No convencional, os esforços se acumulam até a estação de acionamento. No FreeT, as zonas distribuídas recompõem somente a força necessária para cada trecho.
Visualiza como a tensão evolui no
convencional e no FreeT.
Mostra como a demanda operacional de esticamento pode ser reavaliada.
Compara a tensão máxima das
arquiteturas analisadas.
O resultado no perfil de tensão
Até 93% de redução no pico de tensão
Resultado observado no estudo comparativo específico TR-2110CC-06.
Cada aplicação apresenta resultados próprios, conforme perfil, carga, velocidade, correia e distribuição dos módulos.
Operação, controle e contingências
Projetado para diferentes condições de operação
A solução é verificada não apenas em regime permanente, mas também durante transições e contingências.
Os módulos podem atuar de forma coordenada para controlar aceleração e desaceleração.
A força pode ser adequada conforme o transportador está vazio, parcialmente carregado ou em condição nominal.
A engenharia verifica a capacidade remanescente e as alternativas de redistribuição de força.
Alimentação, inversores, refrigeração, temperatura e disponibilidade são parte do sistema.
Desenvolvimento, validação e benefícios
Da pesquisa à operação industrial
TECNOLOGIA DOCUMENTADA EM ARTIGO TÉCNICO
O desenvolvimento do motor linear de dupla face e secundário segmentado foi documentado em artigo técnico na IEEE Transactions on Industrial Electronics.
Menor concentração de esforços em um único ponto.
A correia permaneceu na linha de centro nas condições avaliadas.
Potencial de impacto sobre correia, tambores, eixos, mancais, estruturas e fundações.
Capacidade ampliada pela repetição de módulos.
Nova alternativa para transportadores existentes.
Estado, força e disponibilidade das zonas acompanhados pela automação.
O FreeT não elimina a engenharia do transportador. Ele muda a premissa central a partir da qual o sistema é projetado.
Arquitetura, funcionamento e benefícios da plataforma.
Referência científica sobre o motor e o secundário segmentado.
Estudos, evidências e informações controladas.
anos de desenvolvimento
dos KPI's aprovados
desalinhamento nos testes
redução no pico de tensão
Não. O motor linear é parte de uma plataforma que integra correia, secundário, roletes bipartidos, estrutura, alimentação, controle, refrigeração e engenharia de aplicação.
Não existe contato mecânico entre as faces ativas. A força é transmitida pelo campo eletromagnético através do espaço funcional entre primário e secundário.
Não necessariamente. Tambores ainda podem cumprir funções de retorno, desvio ou conformação. O que muda é a dependência do tambor como ponto concentrado de tração.
Depende da aplicação. A demanda operacional pode ser significativamente reduzida, mas condições desenergizadas, de manutenção e emergência continuam sendo verificadas.
Ele é segmentado e articulado para acompanhar o movimento da correia, mantendo continuidade funcional diante dos motores.
A quantidade depende do comprimento, perfil, capacidade, velocidade, correia, resistências, espaço disponível, alimentação elétrica e estratégia de contingência.
A arquitetura permite estudar redistribuição de força. A capacidade remanescente depende das margens e da configuração de cada projeto.
Sim. O estudo de repotenciamento avalia estrutura, correia, roletes, tambores, elétrica, automação, espaço e sequência de implantação.
Não. O valor de 93% pertence a um estudo comparativo específico. Cada aplicação possui resultados próprios.
Perfil longitudinal, capacidade, velocidade, correia, roletes, tambores, acionamento atual, sistema de esticamento, casos operacionais e restrições de instalação.
Sob a ótica econômica, o FreeT pode impactar CAPEX, OPEX e prazo de implantação, dependendo das características de cada projeto. A redução do envelope de tensão pode influenciar classe de correia, tambores, eixos, estruturas, bases, fundações, montagem e manutenção. Estudos comparativos realizados pela MDE indicam ganhos relevantes em diferentes cenários, que serão apresentados ao mercado em reuniões técnicas e análises específicas de aplicação.
Mesmo operando com redução de motores lineares, carga descentralizada e exposição a condições severas de umidade, o sistema manteve estabilidade, alinhamento e desempenho dentro dos parâmetros estabelecidos. A aprovação de todos os indicadores-chave de desempenho avaliados durante os testes demonstra que o FreeT atingiu um nível de desenvolvimento compatível com aplicações industriais mais amplas.
Freet Systems
Envie os dados de um novo projeto ou de um transportador existente. A equipe FreeT avaliará os pontos possíveis de aplicação e o potencial técnico da tração distribuída.
FreeT® é marca registrada. Tecnologia patenteada desenvolvida pela MDE. Os resultados técnicos e econômicos dependem da engenharia, das condições operacionais e do escopo de cada aplicação. © 2026 FreeT Systems. Todos os direitos reservados.